Representantes do governo acreditam que a
ampliação dessa faixa etária vai beneficiar tanto as crianças quanto
outros grupos vulneráveis, como menores de seis meses de idade que ainda
são amamentados, idosos e pessoas com doenças crônicas.
A campanha
continua até 9 de maio e a meta do governo é vacinar pelo menos 80% do
público, que representa 49,6 milhões de crianças. A vacina também será
disponibilizada para grupos considerados mais vulneráveis à gripe, como
as pessoas com 60 anos ou mais, trabalhadores da saúde, povos indígenas,
gestantes, mães até 45 dias após o parto, população privada de
liberdade e funcionários do sistema prisional.
O Ministério da Saúde ainda incluiu
pessoas que têm doenças crônicas não transmissíveis ou que estão em
condições clínicas especiais, mas não definiu uma meta a ser atingida
nesses casos. Essas pessoas terão que apresentar prescrição médica no
ato da vacinação
A escolha dos grupos prioritários segue
recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS), e o governo
brasileiro se baseia em estudos que apontam que a vacinação pode reduzir
entre 32% e 45% o número de hospitalizações por pneumonias e de 39% a
75% a mortalidade por complicações da influenza.
De acordo com o ministério, serão
distribuídos 53,5 milhões de doses da vacina, capazes de proteger pessoa
de três subtipos do vírus da gripe (A/H1N1; A/H3N2 e influenza B). O
material será distribuído para 65 mil postos de vacinação e 240 mil
pessoas estarão envolvidas na imunização.
Para os locais de mais difícil acesso, o
governo anunciou que vai disponibilizar 27 mil veículos terrestres,
marítimos e fluviais.
O tema deste ano será Vacinação
contra a Gripe: Você Não Pode Faltar, e a campanha será veiculada na TV,
no rádio, na mídia impressa e internet, com custo total de R$ 14 milhões.
Agencia Brasil
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