quarta-feira, 24 de abril de 2013

Aja Muído!

   
    Nesta terça-feira em mais uma sessão ordinária o muído passou do horário regulamentar, tivemos as presenças de 7 vereadores; Selson, Miguel Machado, Carlos André, Wagner, Cesar, Antonio Biraca e Miguel Marques.
    
     O presidente da casa leu dois ofícios que vieram da Assembléia Legislativa do Estado que tratavam do seguinte;  municípios precisam criar casas de apoio a pessoas que recebem tratamento médico na capital e também devem criar a Secretaria Municipal da Mulher. Foram apresentados dois projetos vindos do executivo: a compra de um terreno para construção do campo de futebol no valor de 100 mil reais, outro projeto foi à criação do Fundo Municipal de Assistência Social. Tivemos também dois requerimentos um de autoria do vereador Selson que pedia o retorno da feira para o centro da cidade, o outro do vereador Cesar que pedia a construção de pontos de ônibus na zona rural.
     
      Em meio às discussões o vereador  Selson falava, "Wagner antes de mim criticar o senhor devia deixar ao menos uma cadeira de vergonha nessa casa deixe uma marca, pois aqui tudo esta caindo e o que tem é um carro alugado por 2 mil de sua família o que na verdade deveria ter se investido na compra de um carro próprio para câmara que daria muito bem". Outra acusação dessa vez feita pelo vereador Miguel Marques foi o uso de veiculo da prefeitura pelo tesoureiro Moises Irineu, que no que disse o vereador ele vai a Guarabira fazer compras "“ o tesoureiro da prefeitura diz que posso comprar água, pois bem criei vergonha e comprei, mas ele usa carro da prefeitura para comprar sua feira em Guarabira isso é uma vergonha vou fiscalizar e denunciar se isso continuar"
     
     O projeto de lei que previa a compra do terreno para construção do campo foi aprovado por 5 votos a 1, o vereador Selson justificou dizendo "tem terrenos muito mais baratos, só porque o terreno é da irmã do presidente e tem que se comprar a ele", já o vereador Carlos André disse: "não podemos ficar aqui discutindo por tanto tempo porque a verba pode voltar, se o problema de inconstitucional for o nome da proprietária agente retira e aprova
a".

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