A "3º" sessão na câmara municipal, contou com a presença dos nove
vereadores: Selson, Wagner, Carlos André, Miguel Marques, Jean, Zé Luiz, Antônio
Biraca, Cesar, Miguel Machado.
Pelo menos nesse inicio das sessões a população tem
comparecido, aos arredores um bom contingente de pessoas, hoje também conta com
presença dos conselheiros tutelares que segundo lei federal devem ter seus
mandatos prorrogados até 2015.
Na tribuna Selson: "com relação à ambulância que
o presidente Wagner disse que Zé Maranhão retirou da cidade, na verdade ela
pertencia ao corpo de bombeiros e estava toda atrasada, forte não é quem leva e
sim quem trás e hoje poderia pedir de volta", acrescenta em seu discurso,”
projeto de reforma e ampliação da escola Padre Emídio é ainda do ex- governador
Zé Maranhão. Não importa presidente quantos votos eu tive, mas hoje sou
vereador e isso é o mais importante, meu comportamento aqui não é de
barganha".
Vereador Carlos André apresentou requerimento
para que o poder executivo possa instalar sinalizações através de placas para identificar
as ruas da cidade e também redutores de velocidade nas ruas para evitar
acidentes.
Outro projeto colocado em votação foi à regulamentação e
adaptação da lei municipal que rege as eleições do conselho tutelar, a lei
federal de Nº 12.696/12 trás mudanças como: uma data unificada para as eleições
em todo país, no primeiro domingo de outubro de 2015 e a posse em 10 de janeiro
a posse, e os conselheiros que tomaram posse a partir 2011 terão o mandato
prorrogado até 2015 para que possam se adequar a lei federal. O projeto foi
apreciado e aprovado assim fica firmada a nova data das eleições, um detalhe é
que a proposta enviada pela acessória jurídica da prefeitura, trás algo que não
convém com a real situação do conselho, pois, a proposta tira o poder do
Ministério Público sobre os conselheiros e o poder executivo é quem ficaria incumbido
de punir e comandar toda a regulação do conselho tutelar, quando na verdade não
pode o executivo intervir na lei que regulamenta todo processo de trabalho do
conselho porque não é um órgão pertencente ao executivo ele rege conforme uma
"extensão da justiça”.
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